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sexta-feira, setembro 02, 2011

AOS ATEUS, COM CARINHO!

macaco pensando

Acho que o argumento básico dos ateus é o seguinte: 

"Deus não existe porque há muitas religiões. Se Ele existisse, só deveria haver uma. Como existem muitas religiões, eu não sei qual delas seguir e nem qual o deus que existe, pois o deus de uma é diferente da outra. Cada uma delas tem um livro sagrado e os ensinos de uma são contrários aos ensinos da outra. Sendo assim, eu concluo que Deus não existe ou que, se existir, não faz diferença, pois ninguém sabe quem Ele é mesmo". 

Todavia, no fundo, no fundo, o que eles estão dizendo é: 

-- Deus não existe porque Ele não se revelou a mim!

Ora, de uma forma infantil, era isso mesmo que eu dizia quando era ateu e falava, para espanto dos meus amigos: se deus existe, que ele faça essa laje cair na minha cabeça, agora!

Já houve uma época em que eu teria verdadeiro prazer em contar, em detalhes, como foi que Deus se revelou, de forma inequívoca, para mim. Mas, de que adiantaria isso pra você?

Alguém poderia ter um "testemunho" melhor do que Paulo, o apóstolo cristão? Afinal, o sujeito diz que ficou cego por uma luz; ouviu uma voz que dizia ser Jesus; e a voz mandou quem só conhecia Paulo como inimigo para fazer uma "oração milagrosa" que lhe curou da cegueira.

Ora, mas quem continuaria ateu depois de passar por isso?

Algum de vocês ainda continuaria ateu se passasse por algo desse tipo?

Hein? Imagina só isso. Você acaba de ler essa mensagem e já pensa em responder. Aí, do nada, você caí no chão, vendo uma luz tão intensa que te deixa cego. Então, você escuta uma voz [junto com o pessoal da tua casa -- pra você não achar que ficou doido] que diz duas vezes o seu nome: 

-- Fulano(a), Fulano(a), por que me persegues?

Acho que a primeira coisa que alguém faria, se algo assim acontecesse, seria perguntar quem falava. 

O que você faria se ouvisse como resposta:

-- Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Levanta daí e vai [cego mesmo] pra tal lugar que lá te dirão o que deverás fazer?

Eu pergunto se, depois disso tudo, alguém iria pra outro lugar, senão para onde a voz que dizia ser Jesus mandou? Será que alguém diria algo do tipo:

-- Ei, eu estou cego. Vocês dizem que ouviram a mesma Voz que eu eu ouvi. Mas, larga isso pra lá... eu continuo cego, mas me leva lá pro Hospital Sírio Libanês... lá eles tem bons oftalmogistas e psiquiatras. Tenho certeza que tudo não passou de "alucinação coletiva"... Alguém diria isso?

Então, depois de três dias lá, no lugar que a voz mandou você ir, chega alguém que você não conhece, põe as mãos na sua cabeça, e diz:

-- Fulano(a), irmão(ã), Deus me enviou, a saber, o próprio Jesus que te apareceu na tua casa, para que recuperes a vista e fiques cheio do Espírito Santo. Daí, após essas palavras, caí algo como escamas dos seus olhos e você torna a enxergar. 

Me diga, sinceramente, você passaria por isso tudo e ainda diria: sou ateu? Penso que não. 

Contudo, se isso tudo acontecesse contigo, saiba, isso não teria nenhum efeito sobre ateus como você. Sim, nada mudaria para os que dizem que Deus não existe. Eles continuariam sem crer porque nada parecido lhes aconteceu e exigindo que, o que aconteceu com você aconteça com eles também para que eles creiam. E sabe o que seria mais curioso? Eles iriam dizer que você é louco, mentiroso, tolo, etc. Eles apenas não considerariam como verdadeira a possibilidade de que você conseguiu ter a "prova" que eles exigem.

Ou seja, a prova que um ateu exige como evidência para aceitar a existência de Deus não serve como prova para outro ateu. Sim, porque quando quando alguém diz, "eu era ateu, mas Deus se revelou a mim de maneira inconfundível", os ateus não acreditam. Portanto, em minha opinião, querer "provar" para um ateu que Deus existe é a mais completa pura perda de tempo.

Assim, o que me leva a escrever isso tudo não é para "provar" que Deus existe. Mas, apenas para dizer que o que eu pedia para acontecer comigo, quando eu era ateu, aconteceu; e eu não posso e nem quero negar. Deus se revelou a mim. Minha oração sincera é que Ele também se revele a você.

Bjs

Bento Souto

http://blogdobento.blogspot.com/

blogdobento@hotmail.com

quinta-feira, julho 28, 2011

O "deus" EM QUEM EU SOU ATEU!

 

klu klux kan

Certo médico descobriu a cura para uma doença que matava a todos na cidade onde ele vivia. Como era de se esperar, o médico vacinou seus familiares contra a doença. Contudo, mesmo havendo vacina suficiente para todos na cidade, aquele médico decidiu que somente uns poucos iriam ter acesso à vacina.

Durante anos, aquele médico vacinou apenas alguns pacientes de quem ele gostava. Alguns deles, o médico vacinou-os enquanto eles dormiam, sem que eles sequer houvessem tomado conhecimento. Os demais, o médico deixou que morreressem sem aplicar neles a vacina.

Alguém que age assim pode ser chamado de um "médico que ama seus pacientes"?

Lindemberg matou Eloá porque ela se recusou a continuar namorando com ele. Lindemberg amava verdadeiramente Eloá?

Hitler acreditava na superiodade da Raça Ariana e considerava os Judeus a escória do mundo, por isso dicidiu exterminá-los.

O que os três exemplos anteriores possuem em comum?

Eles são retratos humanos do "deus" em que muitos cristãos crêem.

Um "deus" que, se humano fosse, e fizesse o que os cristãos dizem que ele faz com toda a raça humana, seria condenado em todos os tribunais humanos.

Um "deus" que não oferece escolhas... mas que só é seguido e obedecido se usar da "força" da aplicação da vacina...

Um "deus-lindemberg" que se não for amado... não apenas mata... mas põe aquele que se recusa a amá-lo numa churrasqueira sem fim...

Um "deus" que tem a vacina -- mas só aplica em quem ele quer -- e culpa os que morrem da doença que ele se recusou a curar... (e ainda joga os doentes que morrem na mesma churrasqueira sem fim!)

Sem rodeios: num "deus" assim, eu sou ateu!

De um "deus" desse, eu quero distância!

Do "amor" de um "deus" desse, eu peço que Deus me livre!

Chamar o "amor" de um "deus" desse de "evangelho" é a piada de mais mau gosto que eu já ouvi na vida!

O Pai que anseia pela volta do filho que foi pra longe e o recebe com festas, quando o filho decide voltar, não tem nada a ver com esse "deus".

O Jesus que pode ser encontrado por todo aquele que usa de misericórdia e amor para com seu próximo, não tem nada a ver com esse "deus".

O Cordeiro que foi morto, antes da fundação do mundo, em remissão pelos pecados de toda a humanidade, não tem nada a ver com esse "deus".

O Deus que estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens os seus pecados, não tem nada a ver com esse "deus".

Portanto, Evangelho é essa notícia... de que da parte de Deus já está tudo pago; tudo reconciliado; e que, como o Pai do filho pródigo, Deus nos aguarda de braços abertos para a reconciliação que Ele mesmo já promoveu em Cristo.

Um "deus" cujos caminhos são facilmente inteligíveis aos humanos -- como são os caminhos desse "deus" descrito acima -- é um "deus-humano", criado à nossa imagem e semelhança.

Já o Deus que governa o Universo e os corações dos homens, enquanto eles tomam decisões próprias -- o que torna qualquer escolha inexplicável -- é um Deus maior do que nossos pensamentos!

Isso talvez se dê porque Amor não se explica... Amor se mostra, amando!

Considere o que eu lhe digo faz sentido.

Bjs

Bento Souto

http://blogdobento.blogspot.com/

blogdobento@hotmail.com

sábado, maio 16, 2009

AOS ATEUS, COM CARINHO!

Acho que o argumento básico dos ateus é o seguinte: "Deus não existe porque há muitas religiões. Se Ele existisse, só deveria haver uma. Como existem muitas religiões, eu não sei qual delas seguir e nem qual o deus que existe, pois o deus de uma é diferente da outra. Cada uma delas tem um livro sagrado e os ensinos de uma são contrários aos ensinos da outra. Sendo assim, eu concluo que Deus não existe ou que, se existir, não faz diferença, pois ninguém sabe quem Ele é mesmo".

Todavia, no fundo, no fundo, o que vocês estão dizendo é:

-- Deus não existe porque Ele não se revelou a mim!

Ora, de uma forma infantil, era isso mesmo que eu dizia quando era ateu e falava, para espanto dos meus amigos: se deus existe, que ele faça essa laje cair na minha cabeça, agora!

Já houve uma época em que eu teria verdadeiro prazer em contar, em detalhes, como foi que Deus se revelou, de forma inequívoca, para mim. Mas, de que adiantaria isso pra você?

Alguém poderia ter um "testemunho" melhor do que Paulo, o apóstolo cristão? Afinal, o sujeito diz que ficou cego por uma luz; ouviu uma voz que dizia ser Jesus; e a voz mandou quem só conhecia Paulo como inimigo para fazer uma "oração milagrosa" que lhe curou da cegueira.

Ora, mas quem continuaria ateu depois de passar por isso?

Algum de vocês ainda continuaria ateu se passasse por algo desse tipo?

Hein? Imagina só isso. Você acaba de ler essa mensagem e já pensa em responder. Aí, do nada, você caí no chão, vendo uma luz tão intensa que te deixa cego. Então, você escuta uma voz [junto com o pessoal da tua casa -- pra você não achar que ficou doido] que diz duas vezes o seu nome:

-- Fulano(a), Fulano(a), por que me persegues?

Acho que a primeira coisa que alguém faria, se algo assim acontecesse, seria perguntar quem falava.

O que você faria se ouvisse como resposta:

-- Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Levanta daí e vai [cego mesmo] pra tal lugar que lá te dirão o que deverás fazer?

Eu pergunto se, depois disso tudo, alguém iria pra outro lugar, senão para onde a voz que dizia ser Jesus mandou? Será que alguém diria algo do tipo:

-- Ei, eu estou cego. Vocês dizem que ouviram a mesma Voz que eu eu ouvi. Mas, larga isso pra lá... eu continuo cego, mas me leva lá pro Hospital Sírio Libanês... lá eles tem bons oftalmogistas e psiquiatras. Tenho certeza que tudo não passou de "alucinação coletiva"... Alguém diria isso?

Então, depois de três dias lá, no lugar que a voz mandou você ir, chega alguém que você não conhece, põe as mãos na sua cabeça, e diz:

-- Fulano(a), irmão(ã), Deus me enviou, a saber, o próprio Jesus que te apareceu na tua casa, para que recuperes a vista e fiques cheio do Espírito Santo. Daí, após essas palavras, caí algo como escamas dos seus olhos e você torna a enxergar.

Me diga, sinceramente, você passaria por isso tudo e ainda diria: sou ateu? Penso que não.

Contudo, se isso tudo acontecesse contigo, saiba, isso não teria nenhum efeito sobre ateus como você. Sim, nada mudaria para os que dizem que Deus não existe. Eles continuariam sem crer porque nada parecido lhes aconteceu e exigindo que, o que aconteceu com você aconteça com eles também para que eles creiam. E sabe o que seria mais curioso? Eles iriam dizer que você é louco, mentiroso, tolo, etc. Eles apenas não considerariam como verdadeira a possibilidade de que você conseguiu ter a "prova" que eles exigem.

Ou seja, a prova que um ateu exige como evidência para aceitar a existência de Deus não serve como prova para outro ateu. Sim, porque quando quando alguém diz, "eu era ateu, mas Deus se revelou a mim de maneira inconfundível", os ateus não acreditam. Portanto, em minha opinião, querer "provar" para um ateu que Deus existe é a mais completa pura perda de tempo.

Assim, o que me leva a escrever isso tudo não é para "provar" que Deus existe. Mas, apenas para dizer que o que eu pedia para acontecer comigo, quando eu era ateu, aconteceu; e eu não posso e nem quero negar. Deus se revelou a mim. Minha oração sincera é que Ele também se revele a você.


Bjs


Bento Souto